Zumba


Os imaginários alagoanos aos olhos de Mestre Zumba
“Ele carregava Alagoas dentro dele”. (Marcelino Dantas)

Para minha mãe, Guiomar[1] e meu irmão Chico Elpídio e também para Edson Moreira[2], Laura e Marcelino  Dantas[3], figuras emblemática de negros e mestiços pobres que me ensinaram os mistérios das Alagoas.

         Sob o risco de discorremos sobre um personagem, do qual, enquanto negro e pobre poderia se pensar alheio a realidade e mergulhado nas fantasias de um mundo imaginário, torna-se necessário situarmos a trajetória de Mestre Zumba e nela, sua obra, e a partir dela, compreendermos as suas imagens enquanto um relicário, um precioso registro da caminhada dos negros e dos mestiços alagoanos diante da histórica exclusão a quem têm sido historicamente submetidos.
Nascido na secular cidade de Santa Luzia do Norte em 1920, já aos 10 anos ficaria órfão de pai, sofrendo a partir daí, uma vida de privações[4] e foi justamente em sua trajetória de retirante que, depois de uma breve estadia no Patronato Agrícola de Garanhuns, logo seria transferido para o grande Colégio de Pacas em Gravatá, Bezerros, quando ali conheceria o professor Edson Figueiredo – um misto de arquiteto, pintor e escultor, - que lhe despertaria a vocação para a pintura.
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[1] Minha mãe, uma mestiça, católica fervorosa, negra e pobre, se tornou professora logo bem cedo e durante trinta e cinco alfabetizou as gentes alagoanas.  Foi ela que me iniciou nos mistérios e sabores sururu de onde me saiu a escrita de um manifesto, o Manifesto Sururu.
[2] Edson Moreira, publicista, um dos idealizadores da Serra da Barriga e um dos fundadores do movimento negro em Alagoas. Em sua própria casa fundou um museu de coisas negras e é lá que se encontram dezenas de telas de Mestre Zumba e também lá estão os búzios de Tia Marcelina.
[3] Laura Dantas e Marcelino Dantas, enquanto mãe e filho são emblemáticas figuras dos negros alagoanos.  A primeira, Laura Dantas, uma espécie de Mãe Preta de todos nós e Marcelino, o herdeiro dos fluxos dos imaginários maternos, foi militante e um dos fundadores do movimento negro em Alagoas.
[4] Segundo ele mesmo relataria em depoimento:

“Sofri muito, passei fome, dormi à toa. Fui para Recife empregando-me ali numa vacaria. Botaram-me numa Escola Correcional, freqüentei o Colégio 5 de julho daquela instituição, depois estive no Patronato Agrícola de Garanhuns, em seguida fui transferido para o grande Colégio de Pacas em Gravatá, de Bezerros.Ali tive contacto com o professor Edson Figueiredo – arquiteto, pintor e escultor, quando então minha vocação para a pintura começou a despertar.”

Pobre, desde cedo ele se enraizaria nas coisas alagoanas através de sua filiação aos cultos religiosos de matriz africana ali pelos entranhados dos terreiros de Santa Luzia do Norte em sua comunidade quilombola. Zumba era filho de santo e parente de Tia Marcelina, a matriarca do Candomblé alagoano e mártir de nossa cultura popular. Daí então se entende as figuras de negros imponentes espalhados em suas telas, e ele pintaria os negros alagoanos com uma devoção mística, enquanto negros altivos e negros brilhantes e que se apresentam, ora solitários, ora irmanados com outros negros espalhados em cenas urbanas e em geografias periféricas. 
            O que se há que pensar é que, apesar da zoeira da fome, Mestre Zumba fugia da miséria da escassez, produzindo vida, e, se hoje as suas telas são raros artefatos de colecionadores, durante décadas Mestre Zumba foi visto a perambular pelas ruas da cidade a vender seus quadros ao preço que se pudesse pagar e ele era visto em toda a trajetória urbana da cidade e, do Bar do Chope, ao Teatro Deodoro em seu trafegar diário pelas ruas da cidade, e, todas as semanas, lá vinha ele com suas telas a ofertá-las, ora aqui, ora ali.  Na verdade, foi deste modo que ele sobreviveu durante toda vida, quando, ao sair de casa sem ter ao menos o que comer, se jogava nas ruas a vender seus quadros, e,  foi nesta agonia que ele se embrenhou nas atmosferas urbanas da cidade, entranhado no pulsar do coração,  os movimentos de nossa modernidade caeté, e nela e através dela, as ancestralidades das coisas alagoanas: a burrinha de carnaval, a brincadeira do pau-de-sebo e do quebra pote, as alegrias dos blocos carnavalescos, a figura do maetéo, e os figurinos multicoloridos do reisado, e, além destas alegorias e tipos populares, as imagens lacustres e marinhas docemente adornadas por canoas por dentre jangadas estampadas por dentre vastos coqueirais e também ainda, as centenas e centenas de figuras de negros e de negras retintas, como se pudéssemos pensar por aqui, uma outra Alagoas transfigurada pou uma negritude a nos trazer alegrias com seus batuques e cantos.
Na verdade, ao se contemplar seus quadros, às vezes se tem a impressão de que ele, ao desenhar seus negros, poder-se-ia a imaginar  ter pensado existir aqui mesmo entre nós nas Alagoas, uma África entrenhada em nossas geografias. Todavia, ao situar a estética de Zumba, torna-se necessário assinalar que ela se insere no marcos e no encaminhar das tradições.
            Com este entendimento, acreditamos que a sua escrita pictórica se enquadra nos marcos da construção de uma estética alagoana no entendimento de um sentir e perceber as Alagoas por dentro na articulação de um movimento que acreditamos ter começado lá no início do século passado em 1917  com Otávio Brandão através de sua escrita enquadrada nos marcos do naturalismo em seu Canais e Lagoas, a qual, vai se aprofundar já na década de 30 com as escritas de O Anjo e Calunga na composição de um campo imagético repleto de geografias nativas e condensadas por imaginários alagoanos.
            Bem entendido, se entre Brandão e Jorge de Lima existe uma espacialidade temporal de duas décadas, ambos se encontraram diante da trajetória de transformar a inumanidade do tempo e do espaço alagoanos em uma coisa nossa, na compreensão de que, se não existe um tempo e um espaço vazio – foram eles, Brandão e Jorge de Lima – que articularam uma espacialidade e uma temporalidade humana genuinamente nossa, alagoanas.  O primeiro com o seu Canais e Lagoas delineou os marcos de uma geografia alagoana particularmente acentuada através de suas etnografias das áreas lacustres dos canais e das lagoas enquanto um lugar de mestiços, de negros e de gente comedora de sururu e o segundo, em assinalar uma temporalidade intrinsicamente nossa, resgatando personagens históricos – o negro Zumbi por exemplo, – e tipos humanos – os cantadores de coco, os emboladores, a negritude das lavadeiras e toda uma gente adornada em geografias genuinamente alagoana. Em Jorge de Lima, o que se revela em Calunga, o mais emblemático dos nossos romances, é a explosão de um imaginário alagoano rasurado tanto pela nossa secular violência, bem como pelas geografias e tipos humanos alagoanamente situados:
A serra da Barriga pegou a azular. Lula Bernado via bem a serra de Zumbi, a tragédia do herói negro, o pessoal dos quilombos cantando ê-bango-ê-bango, que daria mais tarde origem à palavra banguê, o engenho primitivo em que os escravos gemiam no eito, o refúgio na serra, o refúgio na morte ê-bango-ê-bango-caxinguelê-tango-arirá-tango-arirá-ê.                (Lima: 17/18).

E neste cenário a presença das camadas pobres e miseráveis:


Os coqueirais balançam as palmas uivando e embaixo homens e mulheres, crianças, crianças por demais andam, andam, andam. (...). Morenaças sentadas, outras de cócoras, arreganhadas, banham menininhos em gamelas, populações escurinha de cabrochas, mulatos, cafuzus, índios, brancos, mestiços de todas as cores sombrias (Idem: 21).


Espalhadas por dentre as narrativas, a antropofagia caeté, os tiradores de sururu, os comedores de mariscos e a sensualidade das mulheres do povo entranhadas na lama:
Dobrando o beco da Croa grande, parou sem querer na beirada da lagoa e ficou um bocado espiando a pesca do sururu. Raça de antepassados comedores de mariscos. Uns meio vestidos, outros nuzinhos em pêlo, atolados até na água lamosa apanhavam da lama o sururu que há séculos seculorum alimentou os indígenas que comeram o bispo Sardinha. Idem: 22).


E os peixes e crustáceos se misturando ao erotismo dos corpos:
Lula dobrou à esquerda pela praia da lagoa. (...) Maerins-pescadores, socós-bingás espreitavam peixinhos descuidados. Dos buracos dos mangues saíam caranguejos, úças cabeludos parecendo vergonhas de mulata (Ibidem).

            É neste enquadramento que deve ser compreendida a trajetória e as imagens de Mestre Zumba, uma vez que ele mesmo, ou dele mesmo – e vai que foi justamente isto que ele o fez – saíram os personagens, os negros, os mestiços, as culturas populares e também ainda, as alegorias do sagrado, as quais,  as vezes sutis e travestidas e outras visíveis, emanam de seus quadros e saltam aos olhos compondo um precioso sentimento estético das coisas das Alagoas.
            Todavia, há que se pensar no homem, o contexto singular de sua trajetória e o questionamento que aqui se coloca é de que modo Zumba, um artista que vagava diariamente pelas ruas da cidade a vender seus quadros para não morrer de fome, foi capaz de reinventar esta mesma cidade que a ele se colocava a contrapelo e de transfigurá-la em coresbrilhos e articular em lugar da feiúra da pobreza e da miséria em que vivia seu povo, as imagens fulgurantes de uma realidade composta de sonhos e cores.
            Assim situado, o que nele nos impressiona é de que modo as verdades da imaginação foram por ele vislumbradas e de como através de suas imagens, os pobres, os negros, os mestiços e as alegrias dos brincantes, ele transfigurou a dura realidade na qual estava inserido e se tornar capaz de transformar o trivial em  brilhantes fantasias.
            Não seria demais nós nos aprofundarmos no questionamento de que forma as suas reminiscências – aprofundando o já dito – de negro pobre e  excluído das relações dominantes e do glamour reservados aos artista consagrados pela diminuta elite esclarecida, foi possível que ele pudesse preservar e transfigurar em cores a realidade cruel e excludente reservada aos nossos negros, os negros alagoanos.  
            Na verdade, além ou aquém de qualquer estilo em que se possa enquadrá-lo, a sua escrita tem que ser compreendida no universo da grande recusa que se incorpora em sua arte em seu papel de subverter a realidade. Com este entendimento, diante dos movimentos inerentes da modernidade na destruição das tradições, o que vai se constituir a partir de seu universo temático é um entranhamento nas tradições alagoanas transfiguradas através da construção de um imaginário composto e repleto de um mundo de luzes, de luzes dos brincantes, de luzes das bandeiras dos folguedos das culturas populares, de luzes marinhas e dos universos de todas as águas e de todas as festas alagoanas.
            Neste sentido, situado diante do avassalador processo de esquecimento das tradições produzido pelo inexorável movimento fáustico do moderno , podemos aprofundar a trajetória de Zumba enquanto uma trajetória contextualizada diante do encaminhar de um desentranhamento, ficando a verdade do aqui dito – do desentranhamento – quando observamos a atual emergência (ainda que silenciosa) das culturas populares de matriz afro-alagoana, pois, diante do empírico,  não se poderia refletir diferentemente quando nós nos deparamos com a atual persistência e proliferação das nossas raízes arcaicas através da resistência secular dos  cultos religiosos de matriz africana, da explosão das bandas de reggae nos bairros periféricos, do ressurgimento dos grupos de maracatu, da disseminação das dezenas dos grupos de bumbas-meu-bois urbanos, das articulações dos grupos de coco-de-rodados grafittes e dos hip-hops, da consolidação dos grupos percussivos e dos grupos de coreografias negras que vêm tomando forma e conteúdo e se proliferando pelos bairros periféricos da Grande Maceió enquanto uma narrativa emergente de um imaginário alagoano  composto a partir de negros pobres e excluídos.
            Aleatoriamente, ele poderia ter nascido em uma cidade qualquer – Maceió por exemplo – mas ele nasceu ali bem perto da capital, no poética cidade lacustre de Santa Luzia do Norte, recanto de vastos coqueirais enquanto uma cidade geograficamente compartilhada por de catadores de sururucantadores de coco, e também, por um quilombo, espaço centenário de reminiscências de onde negros velhos e contadores de estórias guardam lembranças dos tempos ancestrais das Alagoas. Na verdade, uma cidade repleta de encantamentos.
            Quase um naif, as telas de Mestre Zumba situam-se enquanto um antípoda dos artistas plásticos alagoanos – dentre outros, Rosalvo Ribeiro, Miriam Fernandes Lima, Lourenço Peixoto, Pierre Chalita – e de tantos outros consagrados pelas elites e expostos nos salões reservados às efemérides. Todavia, em sua na trajetória  não houve espaços para glamour, mas, de uma diária luta pela vida, sobrevivendo.
            Assim contextualizado, ao invés de pensarmos em Zumba enquanto um artista esquecido ou deslocado de sua época, melhor será situá-lo enquanto um profeta muito além de seu tempo, um visionário que se deslocou por além do contexto de carência em que vivia e, mergulhado no sumidouro de um movimento que se evapora diante do moderno: a experiência, e a experiência que nele se fez morada foi a de seu povo e de sua gente tão bem retratada através de cores, das cores de suas festas populares, de imagens de negros imaginários posto que transfigurados, de uma Tia Marcelina diminuta em seu corpo para se agigantar em riso e de um Zumbi altivo diante de todos os negros e negros por ele retratados. De modo que, se contextualizarmos a partir dele o apelo de Benjamin de que:
“O passado traz consigo um índice misterioso, que o impele à redenção. Pois não somos tocados por um sopro do ar que foi respirado antes? Não existem, nas vozes que escutamos, ecos de vozes que emudeceram? Não têm as mulheres que cotejamos irmãs que elas não chegaram a conhecer? Se assim é, existe um encontro secreto, marcado entre as gerações precedentes e a nossa. Alguém esta a nossa espera. Nesse caso, como a cada geração, foi-nos concebida uma frágil força messiânica para a qual o passado dirige um apelo.

            Podemos vislumbrar através de suas telas, o toque de um sopro do ar que foi respirado antes, quando através de suas imagens, rememoramos a atmosférica lúdica e mágica das nossas infâncias fugidiasE também naqueles negros que ali estãotambém neles não podemos reconhecer os ecos de vozes que emudeceram?  Pois foi e é justamente isto que este homem simples e filho do povo, filho de santo e parente da matriarca Marcelina articulou em sua obra. Na verdade, benjaminianamente situando, as suas telas sinalizam para um encontro secreto marcado entre as gerações precedentes e a nossa.
            Podemos pensar então que, se os mestres ao morrerem somem, nas telas de Zumba eles permanecem através das alegorias de suas presenças vivenciadas e ritualizadas através dos lastros das memórias coletivas revividas em festas, feiras e recriações das culturas populares que permanecem e ficam por aqui e por ali embrenhados enquanto heranças primitivas em nossos corações e mentes.
  Com esta compreensão – a de escutar ecos de vozes que emudeceram e de respirar um sopro do ar que foi respirado antes, - que, por dentre aquelas imagens, mesmo que ali eles não estejam, podemos pressentir por dentre as suas imagens, por detrás delas ou ali mesmo pairando no ar, a presença de um Pedro Teixeira, de uma Mestra Ilda, de um Ranilson França, de um Mestre Zome, de uma Mestra Virgínia e de tantos outros mestres, os quais, ausentes, por entre nós, agora permanecem diluídos e dilatados por dentre alegorias de cores, cantos e danças
   Assim situado, o caleidoscópio de suas imagens são registros de sua trajetória de um flaneur, em sua flaneuria de um pobre a vagar durante décadas pelas ruas e pelas entranhas dos interiores para compor assim, um imaginário de uma Alagoas transfigurada e encantada pelas alegrias dos brincantes. Folião costumaiz dos carnavais de rua, ele era amigo de Rás Gonguila, o fundador do antigo bloco dos Cavaleiros dos Montes dos negros da Ponta Grossa e também um dos primeiros a se agregar ao burburinho quando o clamar dos clarins de Gonguila a negrada se agregava nas folias.  
            Na verdade, quando os marcos das verdades históricas sinalizam que Zumbi, somente ganharia visibilidade a partir das emergências dos movimentos negros no Brasil durante os anos 80, verificamos ter sido Zumba um profeta, uma vez que, suas telas – ao estamparem imagens de negros altivos e por meio e através deles o do negro Zumbi - já antecipavam em pelo menos uma década[5] a consolidação de Zumbi agora situado mesmo que a contrapelo, enquanto um personagem emoldurado por dentre o panteão das efemérides.
            Com esta compreensão, escrever sobre Zumba, expô-lo selecionando nele o que existe de mais entranhado nas Alagoas, trata-se de extrairmos de um contexto de uma época determinada – o da exclusão das culturas populares alagoanas do imaginário de suas elites letradas e do curso homogêneo de uma história senhorial - uma vida determinada e, de sua trajetória e caminhada durante toda uma vida, uma obra determinada.
            É somente a partir deste contexto que podemos agora, e somente agora, tantos anos depois de sua morte, contemplarmos ainda que lentamente e a contrapelo, o conjunto de sua obra, e através dela, o contexto de sua época em fragmentos e alegorias, e do que nela, ou através dela, pode ser transcendido e preservado enquanto um reduto de experiência, procurando entender assim, em Zumba, as preciosas sementes que toda a sua trajetória e escrita nos legou: a esperança.
            Sendo assim e somente a partir deste movimento, podemos imaginar que, ao ofertar seus quadros rasurados por negrosculturas populares e imaginários alagoanos, durante décadas teria sido ele mesmo durante todo este tempo, um traficante de sonhos.
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 [5] Refletindo a conjuntura das emergências dos movimentos negros por todo o Brasil, em Alagoas seria criada a Associação Cultural Zumbi dos Palmares nos anos 80 do século passado.








As culturas populares sob os olhos de Zumba

Uma folia de negros um carnaval em Santa Luzia do Norte. 


Um bloco de Carnaval prá onde eles vão.


O Boi-Bumba e seus agregados as baianas, a banda de pífano e seus brincantes.


Uma articulação secular e primitiva As bandas de Pífanos.



Mais uma folia a burrinha de carnaval e seus agregados.



 Uma folia de negros um carnaval em Santa Luzia do Norte. 


  
Uma armação do Reisado se pondo em cena.



 
Um palhaço nativo O Matéo.



  
O Pau-de-sebo articulador de presenças de meninos vadios.


 Uma brincadeira de meninos o Quebra-pote.


O vendedor de  mel.



Os Negros de Zumba 

 ...de cima prá baixo.


 Preto de Engenho.


Negro com terço e escapulário.


Preto velho com terço azul.


O Preto Velho.


Preto com chapeu de palha e fita vermelha.


Mãe Preta.


Filha de Santo.


Um sagrado das bandas de cá a figura do Beato.


 Alagoano.


Velho fumando.



 As Imagens Lacustres


....reminiscências.


Canais  e Lagoas.


 No rastro do Sol.


Luar na Mundaú.


 Tarrefeiro.


 Um popular lacustre um canoeiro.


O vendedor de peixe.


Artesanado a rede.



As Imagens Marinhas


...jangadas no mar.


 ..sob um tom azul.


Coqueiral I.


Coqueiral II.


 Coqueiral III.


O Gogó-da-Ema I.


 O Gogó-da-Ema II.


Uma vila de pescadores.
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7 comentários:

Thiago disse...

Edson, massa esse post sobre o artista Zumba, seria interessante incluir aqui a pintura que ele fez retratando Zumbi. Valeu!

Anônimo disse...

Hoje quando vale um quarto do mestre Zumba ?

Anônimo disse...

Boa tarde, sou advogado em Maceió, minha mãe também mora em Maceió, porém na casa dela tem um quadro do zumba, o qual retrata uma negra ama-de-leite amamentando uma criança branca e seu filho no chão... Se possível entrar em contato... Esse quadro é do tamanha de uma parede toda... Meu Whatssap 82 999978281 Astriel Lobo

Unknown disse...

Muito orgulhosa de ser filha da msm terra deste artista maravilhoso,que valorizou cada detalhe da nossa cultura!

Vitória Fidelis disse...

Sou Vitória Fidelis Professora de Arte

Vitória Fidelis disse...

Sou Vitória Fidelis Professora de Arte

Vitória Fidelis disse...

Muito orgulhosa de ser filha da msm terra deste artista maravilhoso,que valorizou cada detalhe da nossa cultura!